Pesquisa da Glambox revela hábitos de consumo das suas assinantes

Pesquisa da Glambox revela hábitos de consumo das suas assinantes
A Glambox, clube de assinatura de beleza, realizou a segunda edição do  Beauty Plan, um estudo para aferir o comportamento de suas assinantes.  A pesquisa contou com a participação de 8.389 dos mais de 26 mil assinantes do clube em todo Brasil, que responderam um questionário online com 20 questões fechadas no site da Glambox. O estudo ajuda a entender como mais de 8 mil mulheres pretendem se relacionar com a sua beleza neste ano que se inicia, além de fazermos um comparativo de s deu comportamento em relação ao ano que passou, diz a gerente de Beauty Intelligence da empresa, Carolina Sarti. Na Glambox, buscamos em todas as nossas atividades criar pontos de contato relevantes entre nossas assinantes e nossos parceiros - as marcas de beleza. Isto é a essência do que fazemos: combinar ações de experimentação altamente segmentadas, com ações de mídia e conteúdo digital, e produtos de inteligência, no qual se insere este estudo anual que desenvolvemos e compartilhamos com nossos parceiros, afirma a diretora de parcerias estratégias da Glambox, Flora Singer.
 
Na pesquisa de 2017, o otimismo deu lugar à cautela. No último ano, as mulheres compraram menos produtos e também reduziram a frequência de compra, além de pesquisarem mais os preços antes de tomarem a decisão final. O mesmo movimento já foi percebido no ano passado, quando as pessoas já gastaram menos na comparação com 2015. A faixa de consumidoras que gastaram entre R$ 51,00 a R$ 100,00 mensais com produtos de beleza é a mais expressiva (32%), seguida por aquelas que consumiram entre R$ 101,00 a R$ 200,00 (26%). Apenas 5% dispensaram valores mais altos em produtos (acima de R$ 401,00), além do aumento significativo do número de mulheres que passaram a gastar apenas até R$ 50,00 de um ano para o outro.

Para 2017, a Glambox acredita que as consumidoras terão foco no essencial e nas promoções, resultando na redução da frequência de compra. Para 49% das mulheres, o plano ainda é manter o gasto mensal com produtos de beleza e cosméticos neste ano, enquanto que para 29% (ante 24% no ano passado) a ideia é reduzir os gastos, com crescimento em todas as faixas etárias. Apenas 7% das consumidoras pretendem aumentar os gastos.
É bastante relevante também o número de mulheres que estão dispostas a trocar os produtos de beleza e cosméticos que utilizam no seu dia a dia por marcas mais baratas. É o que respondeu 54% das consumidoras, as mais propensas a fazerem essa substituição, principalmente por produtos da categoria de maquiagem, para os cuidados com o cabelo e corpo.

Quando se fala em produtos cosméticos dos quais elas abririam mão nos momentos em que pretendem economizar, destaque para os que oferecem tratamentos mais específicos, como cremes para os pés, celulite, estrias e gordura localizada (49%). É verdade que essa categoria de produtos geralmente demandam desembolsos mais elevados da consumidora.

No caminho contrário, os shampoos e condicionadores (categorias nas quais é possível comprar produtos diferenciados por um ticket médio razoável)continuam sendo prioridade relevante para um número expressivo de mulheres (77%) ? que não deixaram de comprar mesmo que os planos sejam conter os gastos; seguido do sabonete corporal ou íntimo (53%), produtos para o cuidado dos fios (53%) e maquiagem (50%).

Mesmo num cenário no qual a ordem é economizar, as assinantes da Glambox não deixam de ter planos de beleza para 2017. Nesse quesito, os resultados são muito semelhantes ao anterior. Na ponta da pesquisa, estão ?dedicar-se ao cuidado da pele facial? para 71%, e ?usar filtro solar no rosto com maior frequência? para 67%. Entre a maioria, também se destaca a vontade de colorir os fios com coloração, luzes ou mechas (51%).

Além disso, a pesquisa também revela que entre as influências que mais pesam nas escolhas e decisões, três personagens se destacam e o cenário
pouco mudou em relação ao que revelou o Beauty Plan 2016. A opinião do dermatologista continua a ser mais valorizada com 58%, bem próximo da opinião de amigas (57%) e blogueiras/youtubers (54%). Estes dois últimos influenciadores ganharam maior importância agora em 2017 ? enquanto no ano anterior representavam 51% e 47% respectivamente.

E entre os canais de compra, as lojas físicas ainda são a principal escolha da maioria para a compra de produtos de beleza e cosméticos. No entanto, como já assinalava o estudo do ano de 2016, a predisposição pela compra online é grande e tende a aumentar. Mais da metade, 61%, já diz oscilar a compra entre o online e o offline, dependendo apenas do tipo de produto, preço e entrega ? comportamento que aumenta de acordo com a idade e a renda das consumidoras.


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